Após a grande contestação
nas redes sociais até o apelo do presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para que o
deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) deixasse a presidência da Comissão
de Direitos Humanos e Minorias da Casa, o parlamentar afirmou que continuará no
cargo.
Pressionado a renunciar ao
cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado
federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou que só deixa a comissão se
morrer. Em entrevista ao programa Pânico, da Band, levada ao ar no último domingo,
o pastor afirmou que sua escolha no colegiado foi feito por meio de um acordo
partidário, e acordo não se quebra.
Estou aqui por um propósito, fui eleito por um colegiado. É um
acordo partidário, acordo partidário não se quebra. Só se eu morrer, disse o
pastor. A indicação à comissão ficou com o PSC após o PT abrir mão do comando
do colegiado na divisão de cargos na Câmara, no fim do mês passado.
Pela sustentação do pastor ele não está lá por acaso, mas pelo tal acordo partidário, deveria os signatários do acordo também serem combatidos nas redes sociais.

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